Baile funk

O funk vem crescendo e vai crescer cada vez mais na baixada santista e capital com isso mostrando que tem espaço e valor para estar na mídia como qualquer outro ritmo.
Quando o funk iniciou na baixada santista ele tinha um ritmo diferente do que existe hoje o funk melody que relatava a realidade das comunidades e era expressado em forma de musica com o passar do tempo o ritmo foi modificado com e isso o ritmo só vem crescendo cada vez mais.
Assim surgindo o funk ostentação que é o funk do momento que fala de carros de luxo motos e muito dinheiro sem esquecer da sensualidade da mulher na verdade o funk vem ganhando seu espaço na mídia e atingindo marcas surpreendentes com vídeo e produções musicais de alta qualidade.
Os chatos têm bons motivos para comemorar. Vão poder reclamar muito do “funk ostentação”, cada vez mais popular. Quem mora em São Paulo, e ainda não conhece, faz parte de uma minoria.
O nome é autoexplicativo. O funk carioca conquistou a Baixada Santista e a periferia da capital. Só que, em São Paulo, sofreu uma mutação. Misturou-se ao hip-hop, nacional e gringo, e passou a falar de dinheiro e de consumo.


As letras tratam de pessoas da periferia usando bens de luxo e tirando onda.
E a cena é “profissa”. Os vídeos são bem feitos e há até uma produtora especializada na estética da ostentação. Ela fez os principais clipes e também um documentário sobre a história da cena.
Em outras palavras, sabem exatamente o que estão fazendo. Usam a internet para chegar aos vários públicos: dos fãs aos intelectuais.

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